Japeri emociona com curta que resgata sua identidade e fortalece o orgulho do povo
A prefeita Fernanda Ontiveros se emocionou ao ver a trajetória de seu pai, o médico obstetra Carlos Ontiveros, eternizada no filme. Homem de fé, pioneiro e dedicado, ele trouxe à vida milhares de crianças e se tornaou símbolo de cuidado e esperança.

Japeri acaba de ganhar um retrato vivo e emocionante de sua própria história. O curta-metragem “Muitos sabem meu nome. Poucos sabem quem eu sou”, produzido pela Secretaria Municipal de Comunicação Social, foi lançado na última quarta-feira (27), no Salão Kairós, e tocou fundo no coração de moradores e convidados.
Com pouco mais de cinco minutos, o filme é mais que cinema: é um espelho de identidade que reflete a força do povo japeriense, suas raízes, sua cultura e seus sonhos. Mostra a cidade como filha dos trilhos, moldada pelo som dos trens, mas que vai muito além da ferrovia. Revela águas que correm no Guandu, a fertilidade da terra que sustenta famílias, o Pico da Coragem que simboliza resistência, e a cultura vibrante que pulsa em cada canto.

O curta emociona porque fala de pertencimento. Conduz o espectador por séculos de história: do Morgado de Belém (1743) à emancipação política em 1991, até a Japeri que hoje celebra seus 34 anos de vida independente. A ferrovia é lembrada como marco de progresso, mas a obra deixa claro que o que realmente construiu esta cidade foi a coragem e a perseverança de seu povo.
Mais que lembranças, um futuro possível
A prefeita Fernanda Ontiveros se emocionou ao ver a trajetória de seu pai, o obstetra Dr. Carlos Ontiveros, eternizada no filme. Homem de fé, pioneiro e dedicado, ele trouxe à vida milhares de crianças e se tornou símbolo de cuidado e esperança. A homenagem foi também um tributo àqueles que, muitas vezes sem reconhecimento, ajudaram a transformar Japeri em uma cidade que se ergue com dignidade.

A prefeita se emocionou ao ver a trajetória de seu pai, Carlos Ontiveros, eternizada no filme.
O secretário de Comunicação, Rogério Santana, reforçou o propósito da obra: mostrar que Japeri não é o “fim da linha”, mas sim um ponto de partida para sonhos e conquistas. Uma cidade que carrega talentos, cultura, potencial econômico e humano — e que merece ser vista com orgulho.
Vozes que se reconhecem
O lançamento foi marcado por apresentações culturais que deram ainda mais emoção ao momento. Moradores como Samuel Santana e Simone Campos encenaram passagens da história local, enquanto a cantora Tamy Cristina e o jovem Júnior Costa encantaram com suas vozes. O público vibrou, aplaudiu, chorou. Muitos se viram ali na tela: trabalhadores, artistas, agricultores, famílias que construíram e constroem todos os dias o nome de Japeri.
Depoimentos de visitantes e de moradores reforçaram um sentimento comum: Japeri tem muito mais a mostrar do que muitos imaginam. A artesã Gilza Rosa resumiu: “Estou muito feliz por ver a cidade crescer e ser valorizada. É daqui que falo do que tem de bom. E tem muito!”.
Mais que cinema, um resgate coletivo
O curta será exibido em escolas, praças e espaços públicos, permitindo que cada criança, jovem e adulto se reconheça naquela história. A ideia é despertar orgulho, fortalecer a autoestima coletiva e mostrar que Japeri é feita de conquistas, de cultura, de gente que sonha grande.
Porque, afinal, Japeri não é apenas uma cidade no mapa. É identidade, é força, é futuro. E ser japeriense é motivo de orgulho.
(*) Com Assessoria de Comunicação da PMJ















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