Polícia Civil do Rio de Janeiro apreende R$ 1,7 milhão e desarticula esquema de lavagem de dinheiro do Comando Vermelho no Amazonas
Desmonte de esquema de lavagem de dinheiro expõe atuação de facção fluminense no Norte do país, após ação integrada das polícias. De acordo com as investigações, narcotraficantes ligados ao Comando Vermelho utilizavam empresas de fachada para lavar dinheiro oriundo de atividades criminosas.

Policiais civis da Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD), do Estado do Rio, em ação conjunta com a Polícia Civil do Estado do Amazonas, desarticularam um esquema de lavagem de dinheiro da facção criminosa Comando Vermelho e apreenderam mais de R$ 1,7 milhão em espécie, nesta terça-feira (23), no município de Manacapuru, no Norte do país. Após intenso trabalho de inteligência e troca de informações entre as corporações, os agentes realizaram diligências em uma agência bancária, onde o valor seria sacado.

A ação conjunta com a Polícia Civil do Amazonas aconteceu em Manacapuru
O governador Cláudio Castro exaltou o empenho da polícia fluminense e a integração com agentes do Amazonas.
– Nossa gestão tem realizado investimentos contínuos em tecnologia, inteligência e na valorização das nossas forças de segurança. Só no meu governo, mais de R$ 16 bilhões são disponibilizados anualmente para a área de Segurança Pública. Estamos fortalecendo a integração entre as polícias, ampliando o combate ao crime organizado e às suas fontes de financiamento. Essa operação é mais uma prova de que o Rio de Janeiro está avançando de forma consistente no enfrentamento às facções e na proteção dos cidadãos fluminenses – afirmou Cláudio Castro.

Cláudio Castro: integração entre as polícias, ampliando o combate ao crime organizado
De acordo com as investigações, narcotraficantes ligados ao Comando Vermelho utilizavam empresas de fachada para lavar dinheiro oriundo de atividades criminosas. A DCOC-LD identificou que o grupo possuía ramificações no estado do Amazonas e realizava transferências fracionadas para laranjas, com o objetivo de ocultar e dissimular a origem dos recursos ilícitos.
A ação desta terça-feira foi desencadeada a partir de informações de inteligência que indicavam que um representante da organização criminosa realizaria o saque de cerca de R$ 1,7 milhão em uma agência bancária. O montante seria utilizado para financiar a logística da facção criminosa. As investigações seguem em andamento para identificar e prender outros envolvidos no esquema de lavagem de dinheiro.















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