Projeto Cultural fortalece tradição, união e saberes no Ilé Àṣé Ọbalúwáiyé Jagun na Baixada Fluminense

Projeto Cultural fortalece tradição, união e saberes no Ilé Àṣé Ọbalúwáiyé Jagun na Baixada Fluminense

A iniciativa contempla workshops de culinária, danças, partilhas de saberes e práticas de cuidado, com especial atenção às crianças, que são acompanhadas e acolhidas em um ambiente de aprendizado, respeito e preservação cultural.

O Ilé Àṣé Ọbalúwáiyé Jagun, terreiro de umbanda e candomblé, localizado em Duque de Caxias, deu início a um projeto cultural inovador, criado por Lucas Silva e Carlos Marão, que tem como objetivo fortalecer a tradição, promover trocas de informações e vivências, além de valorizar a união entre os filhos da casa.

A iniciativa contempla workshops de culinária, danças, partilhas de saberes e práticas de cuidado, com especial atenção às crianças, que são acompanhadas e acolhidas em um ambiente de aprendizado, respeito e preservação cultural. Dessa forma, o Ilé reafirma seu papel de espaço de espiritualidade, convivência e continuidade da tradição.

O projeto se destaca também por ser construído a muitas mãos. Os colaboradores que contribuem com seus conhecimentos e trabalhos são filhos da própria casa, fortalecendo ainda mais o sentimento de pertencimento e ancestralidade. Entre eles:

•   Dr. Emerson Coimbra
•   Dra. Ana Bruno
•   Professora Jacira

Cada um, com sua trajetória e dedicação, contribuiu de forma significativa para a construção dessa iniciativa, tornando o projeto ainda mais especial e representativo.

Emocionado com o resultado, o Babalorixá da casa, Pai Celinho, destacou a importância deste momento:

“É uma alegria imensa ver nossos filhos unidos em prol da cultura, da tradição e, principalmente, das nossas crianças. Esse projeto é um sonho realizado, pois reafirma que o nosso Ilé é um espaço de axé, aprendizado e amor. Estou muito feliz e emocionado com cada passo dado nessa construção coletiva.”

Com isso, o projeto cultural do Ilé Àṣé Ọbalúwáiyé Jagun se consolida como um marco de resistência, memória e construção comunitária, reafirmando a importância de valorizar as raízes, os saberes ancestrais e, sobretudo, os filhos da casa que mantêm viva a chama do axé.

Ilé Àṣé Ọbalúwáiyé Jagun

 O terreiro promove celebrações e rituais para esses orixás, buscando a fé, a prosperidade e a união dos seus frequentadores, como mostram suas páginas nas redes sociais. 

O que significa o nome:

  • Ilé Àṣẹ: Significa “Casa de Axé” ou “Casa de Força” no idioma Yorubá
  • Ọbalúwáiyé (Obaluê ou Omolu): É um orixá da cura, das doenças, da terra e do subsolo, conhecido como o “médico dos orixás”. 
  • Jagun: Um orixá Funfun (branco), considerado um guerreiro que pode trazer paz. 

Sobre o terreiro:

  • Localização: Duque de Caxias, Rio de Janeiro, Brasil. 
  • Atividades: Realiza celebrações, rituais e homenagens aos orixás, convidando irmãos de fé para louvar Obaluê e outros orixás
  • Patronos: A casa homenageia Ọbalúwáiyé e seu sacerdote, Pai Celinho de Ọmọlu. 
  • Redes Sociais: O Ilé Àṣé mantém perfis no Facebook e no Instagram onde divulga suas atividades e eventos. 

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