Polícia Civil do Rio de Janeiro apreende duas toneladas de haxixe, um prejuízo milionário ao narcotráfico
Droga avaliada em R$ 100 milhões estava armazenada em uma casa utilizada como depósito na Zona Sudoeste do Rio

Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP) apreenderam, na manhã desta quarta-feira (4), cerca de duas toneladas de haxixe. A droga, considerada de alto valor no mercado ilegal, está avaliada em aproximadamente R$ 100 milhões. A ação ocorreu durante uma operação deflagrada em Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio, para cumprir mandados de busca e apreensão.
— O resultado desta operação mostra que estamos atuando com inteligência, integração e firmeza no enfrentamento ao crime organizado. Seguiremos investindo em tecnologia, fortalecendo nossas forças de segurança e dando o respaldo necessário para que a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro continue desarticulando estruturas criminosas e atingindo o narcotráfico no bolso — afirmou o governador Cláudio Castro.

Duas toneladas do entorpecente
A ação teve origem a partir de investigações voltadas para localizar armamentos possivelmente mantidos de forma irregular por um homem, já monitorado. Os agentes chegaram ao imóvel onde localizaram aproximadamente duas toneladas do entorpecente em uma casa utilizada exclusivamente como depósito, o que indica a existência de estrutura logística voltada à guarda e possível distribuição de grande quantidade de drogas.
As diligências são fruto de um intenso trabalho investigativo da especializada. O volume expressivo do material apreendido configura um dos maiores golpes recentes contra o narcotráfico na capital fluminense e causa um impacto direto nas finanças do crime organizado.
No endereço onde o entorpecente foi encontrado, os quatro familiares que residiam no local foram conduzidos à sede da unidade para prestar esclarecimentos e para a adoção das medidas legais cabíveis, diante da quantidade e da natureza do material ilícito localizado.
As equipes da especializada continuam em diligências em outros endereços com o objetivo de localizar armas de fogo, munições, dispositivos eletrônicos e outros elementos que possam contribuir para a identificação de integrantes da organização criminosa responsável pelo armazenamento e pela circulação da droga.















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