Balança comercial do Estado do Rio registra superávit de US$ 2,5 bilhões nos dois primeiros meses do ano
Corrente comercial fluminense alcançou US$ 12,8 bilhões em janeiro e fevereiro

A balança comercial fluminense registrou um superávit de US$ 2,5 bilhões no acumulado dos dois primeiros meses do ano. Entre janeiro e fevereiro, a corrente comercial (soma das importações e exportações) do Rio de Janeiro alcançou US$ 12,8 bilhões: o estado exportou US$ 7,7 bilhões e importou US$ 5,2 bilhões. Os dados são do Comex Stat, sistema do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços que reúne informações do comércio exterior brasileiro.
– O desempenho da nossa balança comercial mostra a competitividade do Rio de Janeiro no cenário internacional. Quando ampliamos nossa presença nos mercados globais, geramos mais oportunidades, atraímos investimentos e fortalecemos cadeias produtivas importantes para o desenvolvimento do estado – afirmou o governador Cláudio Castro.
No primeiro bimestre, o Estado do Rio respondeu por 16% das exportações e 12% das importações totais do país. Entre os principais parceiros comerciais do estado estão a China, com uma corrente comercial de US$ 3,7 bilhões, seguida por Coreia do Sul (US$ 2,8 bilhões) e Estados Unidos (US$ 1,2 bilhão). Índia, Holanda, Espanha e Singapura também se destacaram entre os mercados de maior intercâmbio com o Rio de Janeiro no período.
– O petróleo foi responsável por 77,9% das exportações do estado, movimentando US$ 6 bilhões em janeiro e fevereiro. Outro setor relevante foi o de siderurgia, que exportou US$ 293,2 milhões em produtos – detalha o secretário de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços, Vinicius Farah.
A balança comercial do Estado do Rio de Janeiro encerrou 2025 com superávit de US$ 15,9 bilhões, consolidando um desempenho expressivo no comércio exterior. No ano anterior, a corrente comercial fluminense atingiu US$ 80,2 bilhões, o maior valor da série histórica iniciada em 2015. Desse total, US$ 48,1 bilhões corresponderam às exportações e US$ 32,2 bilhões às importações.















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