Em Mesquita, tecnologia e integração reforçam combate à criminalidade em defesa da Baixada Fluminense
O objetivo claro é tornar a cidade de Mesquita mais segura, especialmente em áreas de grande circulação, como vias urbanas, centros comerciais, estações e espaços públicos. Mais do que investir em equipamentos, a estratégia aposta na inteligência e na integração como pilares para enfrentar um dos maiores desafios da Baixada Fluminense — garantir segurança e tranquilidade para a população

Em uma região historicamente desafiada pelos índices de violência, a segurança pública ganha um importante reforço com a união de esforços entre o poder municipal e estadual. Em Mesquita, equipes do Centro de Controle Operacional (CCO) avançaram em tratativas com a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro para a construção de um acordo de cooperação técnica que promete ampliar o alcance das ações de vigilância e resposta rápida no município.
A proposta gira em torno da integração de sistemas estratégicos: bancos de dados, imagens de videomonitoramento e alertas emitidos por sensores inteligentes passarão a ser compartilhados em tempo real. Na prática, isso significa mais agilidade na identificação de suspeitos, veículos roubados e situações de risco, além de uma atuação mais precisa das forças de segurança nas ruas.
Projeto “190 Integrado

A coordenação do Centro de Controle Operacional de Mesquita recebeu agentes da Polícia Militar que atuam diretamente no Serviço de Atendimento Emergencial 190
Com o uso de tecnologias como leitura de placas e reconhecimento facial, o sistema permitirá que alertas sejam disparados automaticamente. Ao identificar um veículo com registro de roubo ou furto, por exemplo, o CCO aciona imediatamente a Polícia Militar, encurtando o tempo de resposta. Da mesma forma, ocorrências envolvendo indivíduos suspeitos poderão ser comunicadas diretamente às bases operacionais, fortalecendo o cerco contra o crime.
A iniciativa também dialoga com o projeto “190 Integrado”, que amplia a participação da sociedade no enfrentamento à violência. Por meio dele, cidadãos, empresas e instituições podem colaborar com o compartilhamento de imagens e dados, criando uma rede coletiva de proteção.
O objetivo é claro: tornar Mesquita mais segura, especialmente em áreas de grande circulação, como vias urbanas, centros comerciais, estações e espaços públicos. Mais do que investir em equipamentos, a estratégia aposta na inteligência e na integração como pilares para enfrentar um dos maiores desafios da Baixada Fluminense — garantir segurança e tranquilidade para a população.
Fotos: Lucas Bruno/CCO















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