Secretaria de Assistência Social de Belford Roxo cria carteira municipal de identificação da pessoa com deficiência
O documento de identificação é específico aos moradores do município (PCD). A carteira poderá ser utilizada no serviço público e privado, assegurando prioridade no atendimento.

A Prefeitura de Belford Roxo deu um salto à frente na Baixada Fluminense ao instituir e regulamentar a Carteira Municipal de Identificação da Pessoa Com Deficiência (CMIPcD), através do decreto número 6540, assinado pela Prefeita Mariana Malta, publicado no dia 11 de junho, no Diário Oficial.
O projeto partiu da Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania (Semasc) que buscou parceria com as secretarias municipais de Saúde e de Comunicação Social. O documento de identificação é específico aos moradores do município (PCD). A carteira poderá ser utilizada no serviço público e privado, assegurando prioridade no atendimento.

O secretário de Assistência Social e Cidadania, Diogo Bastos, destacou a importância da implantação da carteira de identificação da Pessoa com Deficiência
A gerência do projeto é da Superintendência de Gestão do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). O assessor do Setor de Vigilância Social, Alessandro da Silva de Souza Araújo, 25, estudante do curso superior de Engenharia de Software, foi quem criou o sistema operacional que permitirá acompanhar e monitorar o atendimento do usuário, em qualquer parte do município. “É gratificante saber que o resultado tem relevância no município, beneficiando muitas pessoas”, disse Alessandro.
Alcance social significante
O secretário municipal de Assistência Social e Cidadania, Diogo Bastos, destacou a importância da implantação da carteira de identificação da Pessoa com Deficiência. “Este projeto tem um alcance social muito significante. É resultado de um governo que prioriza os interesses da população”, afirmou Diogo, logo após o encerramento do segundo dia de capacitação, realizado no auditório da Semasc, para coordenadores, técnicos e funcionários administrativos da Assistência Social e da Saúde.
Para adquirir a carteira será necessário fazer um cadastro em uma unidade de saúde. Depois será preciso comparecer ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) para revisão e entrega do protocolo e aguardar a emissão e liberação do documento municipal. “É um processo muito interessante que vai permitir saber onde a pessoa buscou atendimento e o resultado disso. Tudo acompanhado e registrado, com conteúdo suficiente para elaboração de relatórios sobre o funcionamento”, disse a superintendente de Gestão do SUAS, Cristiane Viana.















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