Esporte e inclusão marcam encontro sobre autismo na Casa da Luta Nilopolitana
Além do conteúdo informativo, o evento oferece suporte às famílias. A Casa da Mulher Nilopolitana disponibiliza serviços de beleza para mães e cuidadoras, reforçando a importância do cuidado com quem cuida. Instituições como Anjos de Asas no Mundo Azul e Elo Atípico também participaam, apresentando serviços de orientação e apoio aos familiares.

A Casa da Luta Nilopolitana foi palco, no último dia 27 de abril, de um encontro dedicado à conscientização e ao acolhimento de pessoas dentro do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Com o tema “O Esporte como Aliado dentro do Espectro Autista”, o evento reuniu cerca de 100 participantes, entre familiares, profissionais e interessados, em um ambiente voltado à troca de experiências e ao fortalecimento de redes de apoio.
Organizado pelas especialistas Carla Verdugal e Maíra Miranda, o encontro destacou a importância de enxergar o indivíduo além do diagnóstico. Durante as palestras, foram abordados temas como inclusão, desenvolvimento emocional e os benefícios da prática esportiva no cotidiano de pessoas autistas. A neuropsicóloga Carla ressaltou a necessidade de uma sociedade mais sensível às diferenças, enquanto Maíra explicou como o esporte pode contribuir para a regulação emocional e o aprimoramento das habilidades motoras.

Um dos momentos mais marcantes foi a participação de Diogo Aires e Cristiane Moreira, que compartilharam relatos pessoais e trouxeram ao público perspectivas reais sobre a vivência com o autismo. A programação também contou com uma apresentação do Batalhão de Ações com Cães (BAC), que demonstrou o trabalho dos cães de suporte, despertando a atenção e o encantamento de crianças e adultos.
Além do conteúdo informativo, o evento ofereceu suporte às famílias. A Casa da Mulher Nilopolitana disponibilizou serviços de beleza para mães e cuidadoras, reforçando a importância do cuidado com quem cuida. Instituições como Anjos de Asas no Mundo Azul e Elo Atípico também participaram, apresentando serviços de orientação e apoio aos familiares.

Enquanto os responsáveis acompanhavam as atividades, as crianças participaram de ações recreativas, incluindo maquiagem artística e atividades monitoradas por estudantes de psicologia.
Ao final, o diretor da Casa da Luta, mestre Gessé Cintra, e a secretária Gisele Saldanha foram homenageados pelo trabalho desenvolvido no espaço, que vem se consolidando como um importante centro de transformação social na Baixada Fluminense. Autoridades presentes reforçaram o compromisso com iniciativas que promovam inclusão, informação e acolhimento na cidade.















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