Bailarina de Mesquita busca apoio para concluir formação profissional em dança
Ana Clara Miranda, aluna da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, enfrenta altos custos com transporte, alimentação e materiais necessários para concluir a formação.

A jovem bailarina Ana Clara Miranda, moradora de Mesquita, na Baixada Fluminense, está mobilizando amigos, familiares e admiradores em busca de apoio para conseguir concluir sua formação profissional em dança.
Apontada por pessoas que acompanham sua trajetória como uma das jovens revelações do balé clássico na Baixada Fluminense, Ana Clara está em seu ano de formação na Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, uma das principais instituições de ensino de dança do estado do Rio de Janeiro.
Para chegar às aulas e manter a rotina de formação, no entanto, a bailarina precisa enfrentar uma série de dificuldades financeiras. Segundo o relato divulgado por ela nas redes sociais, somente com passagens de transporte público os gastos chegam a quase R$ 800 por mês.
Além do transporte, existem despesas com alimentação, sapatilhas e outros materiais utilizados na formação, como produtos e acessórios necessários para as aulas e apresentações. O próprio curso de formação também representa um custo adicional para a jovem.
Uma das revelações do balé clássico

Ana Clara Miranda é moradora de Mesquita, na Baixada Fluminense,
“Assim como todo mundo sonha, eu também sonho. E eu não estou atrás só de um sonho, mas de uma mudança de vida”, escreveu Ana Clara ao pedir apoio.
Um ano decisivo
O momento é especialmente importante para a bailarina. Ana Clara está no último período de sua formação e busca concluir essa etapa para dar continuidade à carreira profissional na dança.
A rotina de um bailarino exige dedicação, disciplina e, além do talento, uma estrutura financeira que permita a permanência nos estudos. Para jovens que vivem na Baixada Fluminense, os custos de deslocamento até os centros de formação podem se tornar um obstáculo adicional.
No caso de Ana Clara, a distância e o custo das viagens representam uma parcela significativa do orçamento mensal. Por isso, ela decidiu tornar pública a necessidade de apoio.
A campanha busca contribuições financeiras, mas também pede que a história seja compartilhada para alcançar pessoas, empresas, instituições e projetos que possam contribuir com a continuidade de sua formação.
“Se você não pode me ajudar com algum valor, compartilhe para que alguém que possa me ajudar possa conhecer minha história”, pediu a bailarina.
Como ajudar
Quem quiser contribuir com a formação de Ana Clara pode entrar em contato diretamente com a bailarina pelas redes sociais. Na campanha divulgada, ela também disponibilizou uma chave Pix para receber contribuições.
Chave Pix: 21983292430
Ana Clara Miranda
Banco: Nubank
A história da jovem bailarina também chama atenção para a importância de apoiar talentos que surgem nas periferias e na Baixada Fluminense, região que historicamente revela artistas em diferentes áreas da cultura.














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