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Ciência que transforma o Rio de Janeiro

Ciência que transforma o Rio de Janeiro

Com R$ 24,5 milhões em investimentos, três editais apoiam pesquisas, modernizam laboratórios e aproximam a ciência da população — contribuindo para a saúde, a educação e políticas públicas mais conectadas à realidade fluminense.

A ciência tem impacto direto na vida das pessoas: ajuda a enfrentar desafios de saúde, amplia oportunidades de aprendizagem e produz conhecimento para orientar decisões públicas. Com esse propósito, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação e da Faperj, publicou, nos dias 20 e 21 de outubro, três editais que somam R$ 24,5 milhões.

Os recursos apoiam iniciativas em diferentes etapas da produção científica. Um dos editais fortalece a infraestrutura de pesquisa, com a modernização de laboratórios de nível de biossegurança 3 (NB3) e biotérios. Essas estruturas permitem investigar agentes causadores de doenças e dão suporte ao desenvolvimento de vacinas, medicamentos e tratamentos, contribuindo para ampliar a capacidade de resposta do estado a desafios de saúde.

Outro edital incentiva a popularização da ciência. O apoio poderá viabilizar olimpíadas de conhecimento, feiras e mostras científicas, clubes de ciência e espaços maker nas escolas, com atividades de robótica e programação. Também estão previstas ações em museus, centros de ciência e projetos itinerantes em diferentes municípios. A prioridade para localidades com menor acesso a essas atividades e para iniciativas de formação de professores ajuda a levar experiências científicas a mais estudantes e comunidades.

A terceira frente apoia pesquisas em humanidades sobre as dinâmicas sociais do Rio de Janeiro. Os estudos poderão abordar educação, desigualdades, cultura, memória, direitos e território. Ao aprofundar o conhecimento sobre essas questões, os projetos podem oferecer subsídios para políticas públicas mais adequadas às necessidades da população.

— Ciência é investimento em qualidade de vida. Quando fortalecemos um laboratório, ampliamos a capacidade do estado de produzir conhecimento, desenvolver soluções e avançar em pesquisas que podem melhorar a saúde e o bem-estar da população. E, quando levamos uma feira de ciências a uma escola pública, queremos que crianças e adolescentes vivam a experiência de um projeto de pesquisa, experimentem, investiguem e percebam que a ciência faz parte do cotidiano. É isso que chamamos de cidadania científica — afirma o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Antonio Claudio Lucas da Nóbrega.

Para o secretário Antonio Claudio da Nóbrega, cência é investimento em qualidade de vida

Ao apoiar laboratórios, escolas, museus e pesquisadores, os editais conectam a produção de conhecimento às necessidades concretas do estado. O investimento fortalece a ciência fluminense e cria condições para que seus benefícios cheguem à sociedade.

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